Andrea Borges

Diplom-Dolmetscherin

Interpretação: Compreensão, comunicação, confiança

Por definição, consiste interpretação na transmissão de ideias para um outro idioma utilizando a linguagem oral.

Repare bem: Transmissão, não tradução. A função do intérprete é reproduzir a mensagem passada a ele com o significado pretendido pelo orador, e isso de forma precisa, idiomática, eloquente e adequada ao público-alvo – ao mesmo tempo, naturalmente, com discrição. Pois comunicação é uma questão de confiança!

Pode-se diferenciar o trabalho de interpretação em quatro tipos:

Interpretação simultânea 
É o tipo de interpretação mais utilizado em conferências. O intérprete escuta o discurso através de um fone de ouvido, geralmente dentro de uma cabine isolada acusticamente, e faz simultaneamente a interpretação do mesmo. Os participantes da conferência recebem o discurso interpretado através de um fone de ouvido. 
Interpretação consecutiva 
O discurso e a transmissão do seu conteúdo ocorrem em momentos distintos, de forma que a fala a ser interpretada e a interpretação não se sobrepõem. Essa categoria é colocada em prática principalmente quando a pessoa que discursa deve permanecer em evidência, por exemplo em ocasiões solenes, em reuniões de alta formalidade ou em cerimônias culturais, como saraus. 
Interpretação de acompanhamento 
Também conhecido como interpretação conversacional: Um tipo de interpretação consecutiva na qual o discurso é dividido em passagens de alguns minutos e em seguida são repassadas consecutivamente para a língua final. Essa variante pode ser aplicada não somente em conversações no formato de mesas-redondas ou negociações bilaterais, mas também em diálogos técnicos como por exemplo instruções de uso de equipamentos recém-adquiridos.  
Interpretação sussurrada 
Neste estilo de interpretação, o intérprete encontra-se ou atrás ou entre as pessoas e realiza a interpretação simultaneamente, como o nome já diz, na forma de sussurro. Esta modalidade é posta em prática frequentemente em conversas entre duas pessoas, durante a qual a “terceira pessoa” – o intérprete – permanece quase imperceptível. 

Interpretação de conferências...
... não conta como um tipo próprio de interpretação, e sim como um termo genérico para interpretação realizada em conferências ou eventos semelhantes, como por exemplo interpretação simultânea em palestras ou workshops, interpretação consecutiva para mesas-redondas, interpretação conversacional para negociações técnicas e interpretação sussurrada para discussões bilaterais.

Andrea Schanbacher

Uma questao de confiança:

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